quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Presbiterianos dizem NÃO ao BBB

Igreja cria site que evangeliza sobre a importância da família


Presbiterianos dizem NÃO ao BBB

Em sua 12º edição, o Big Brother Brasil ainda dá o que falar. Nesta terça-feira o assunto foi a expulsão de um participante e o comportamento de duas evangélicas no jogo. È possivel tirar algo de bom do programa? Para integrantes da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) sim. Eles criaram um blog O Lado B do BBB que orientam sobre dos valores inversos à família. E aconselha os leitores a uma vida nova com Jesus.

O 'Lado B do BBB' cita o porquê das escolhas dos perfis dos participantes. Ele aponta que o critério não passa de um jogo de interesse da emissora. Em uma das notas, o blog alerta para que a igreja evangélica deve se posicionar com clareza contra esse tipo de entretenimento, que tem por princípio chamarizes filosóficos a imoralidade, a pressão psicológica, a promoção intencional de intrigas e a instabilidade emocional dos participantes."É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade."

A rejeição ao BBB 12 esta semana ganhou apoio de Helena Tanure, lider de intercessão do Diante do Trono. Ela conclamou os evangélicos descerem do muro. "Mulheres levantem um clamor de misericórdia e coloquem o joelho no chão".


Trecho da Nota postada no 'O Lado B do BBB'

O que poucos talvez percebam é que há uma ideologia por trás das escolhas apontando diretamente para certa eugenia social sofisticada e maligna que privilegia uma agenda política de exposição de determinados segmentos e grupos organizados em detrimento de outros.

Uma espécie de eliminação dos menos privilegiados, não porque são mais fracos ou incapazes de sobreviver como na natureza, mas porque simplesmente eles não interessam a quem realmente decide o que deve interessar ou não interessar ao país e ao mundo.

É uma decisão ideológica privilegiar beleza em detrimento de inteligência e competência, de defender a esperteza e o engano sobre o capital intelectual e interpessoal tão importante em todas as áreas da vida.

É uma decisão ideológica vulgarizar a sexualidade à exaustão para que tudo pareça normal em nome do desejo sexual, ao invés de reforçar a sacralidade, religiosa ou não, dos valores relacionados à fidelidade no casamento e ao respeito pela família base da sociedade.

É uma decisão ideológica fomentar o materialismo levado ao extremo pela ambição de ganhar o prêmio a todo custo, no lugar de incentivar o cultivo da espiritualidade e da solidariedade humana, mesmo que seja em um ambiente competitivo.



Fonte: Creio

Bancada Evangélica entra com representação contra ministro Haddad

Requerimento é para que o ministro responda sobre programa de distribuição de preservativos


Bancada Evangélica entra com representação contra ministro Haddad

Deputados da frente parlamentar evangélica questionaram junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) a conduta do ministro da educação, Fernando Haddad que deveria responder um requerimento com questionamentos relacionados à distribuição de preservativos para adolescentes.

A representação foi apresentada pelos deputados João Campos (PSDB-GO), presidente da frente parlamentar evangélica, e Paulo Freire (PR-SP). Eles alegaram que o fato de Haddad não responder o requerimento de informação da Câmara dos Deputados configura crime de responsabilidade.

O requerimento não respondido, que foi recebido pelo ministro em 14 de setembro, incluía questionamentos sobre um programa do ministério que previa a distribuição de preservativos para adolescentes nas escolas públicas e privadas de todo o País, segundo a agência Brasil.

Além de pedir informações sobre o preço unitário dos preservativos e a idade das crianças que seriam incluídas no programa, os deputados solicitaram a cópia do contrato de licitação das máquinas nas quais os estudantes poderiam retirar gratuitamente os preservativos.

Outras dúvidas apontadas no requerimento foram sobre a faixa etária dos alunos que terão acesso à máquina, se haverá consulta aos pais e qual o objetivo do governo com o programa.

Segundo o deputado João Campos, (PSDB-GO), a iniciativa não tem caráter eleitoral.

“Nossa iniciativa não tem esse objetivo eleitoral, mas é provável que algum adversário dele na campanha em São Paulo possa exigir essas explicações porque parece que ele sempre está escondendo informações sobre estes assuntos. No outro caso nós tivemos até de apelar diretamente à presidente Dilma Rousseff”, disse o tucano.

O ministro Haddad é pré-candidato do PT à prefeitura de São Paulo. O procurador-geral da República Roberto Gurgel decidirá agora se inicia um processo contra o ministro.

Não é a primeira vez que o ministro Haddad tem conflitos com a bancada evangélica. No ano passado, houve um embate quando o ministério preparava um material de combate à homofobia para ser distribuído nas escolas do País.


Fonte: Christian Post